Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

Foi a vez do Rúben ...

 

 

Hum…! Está bem. Vou falar com o Nicolau para ver se ele sabe da tua kika. – Disse a avó tentando alegrar Mafalda.
- E quando é que vais falar com Nicolau? – Disse Nicolau Jr.com alguma esperança.
- Acho que vou falar de imediato – Disse a avó, tentando animar Mafalda e Nicolau Jr..
- Estou sim, Nicolau?! Surgiu um problema e gostava de saber se podias ajudar-me? – Disse a avó sorrindo, ao telefone.
- Claro, minha velha amiga! Podes contar sempre comigo. Então diz lá o que precisas? – Respondeu Nicolau franzindo a testa de curiosidade do outro lado da linha.
- A Mafalda perdeu a sua ursinha, a Kika, lembras-te? Aquele peluche que lhe deram que era da tua fábrica de brinquedos. Por acaso viste a ursinha? – Perguntou a avozinha esperançada que o seu velho amigo a ajudasse.
- Peço desculpa, mas ela não está na fábrica, e também não a vi por aqui. Mas acho que podemos ir procurá-la com a ajuda do meu trenó.
- Excelente ideia! – Exclamou Nicolau Jr..
- Então vamos! Não há tempo a perder. Temos um dia inteiro pela frente. – Rematou Nicolau Jr., fazendo um sorriso a Mafalda e piscando o olho à avó.
Nicolau usou os dons do seu trenó mágico e, num estalar de dedos, estava junto dos seus amigos. Todos entraram animados para dentro do misterioso transporte, todos desejaram nunca o ter feito dez minutos depois de percorrer o céu aos zig-zags, de furar as nuvens e ver o Mundo ao contrário. Quando Nicolau se lembrou que andar de trenó pela primeira vez é uma tarefa que nem Hércules desejaria empreender, já era tarde. Já todos se contorciam agoniados no lugar traseiro do veículo. Abrandou e, finalmente, todos suspiraram de alívio.
- Estou a ficar seriamente aborrecida, o dia já caiu e a kika continua desaparecida. – Disse Mafalda a chorar, desesperada.
- Por favor, minha querida, não fiques assim. Custa-me muito ver uma amiga do meu neto triste – Disse a avó com uma lágrima a querer sair pelo canto do olho.
- Nicolau Jr., Mafalda! Vamos para casa. Amanhã continuamos a procurar, e tenho a certeza que vamos encontrar a kika – Afirmou a avó não querendo mostrar a sua incerteza.
- Sim, a vossa avó tem razão, vão descansar e amanhã continuamos as buscas. – Disse o Pai Natal Nicolau, com um sorriso que faria qualquer criança brilhar de esperança.
- Ah! Não acredito, o kiko encontrou a kika. – Disse Mafalda gritando de alegria, correndo logo a contar a Nicolau Jr..
– Nicolauuu! Acorda depressa, o kiko encontrou a kika.
- Bom dia! A sério?! Que maravilha! Óptima notícia para começar o dia. Mas onde está ele? – Perguntou Nicolau sorrindo.
- Está ali em baixo, não vês? – Perguntou Mafalda.
- Vamos ter com eles e perguntar ao kiko onde encontrou a ursinha. – Sugeriu Nicolau correndo pelas escadas fora.
- kiko, onde encontraste a kika?! – Perguntou Mafalda levantando o sobrolho.
- Mi ter encontrado kika ne parque de crianças – Disse kiko tentando falar português correcto.
- Kiko, kiko…! O teu português está cada vez pior, mas muito obrigado por tudo. – Disse Mafalda verdadeiramente grata.
 Passado um mês, o Natal estava a aproximar-se.
- Mafalda! Vamos comer os bolinhos da minha avó? – Disse Nicolau Jr..
- Sim, vamos já! Já estou com “água na boca” – Disse Mafalda lambendo os lábios.
- Meninos, que querem da cozinha!? – Perguntou a avó.
- “Queremos Bolinhos!” – disseram Mafalda e Nicolau Jr. em coro.
- Agora não! Vão ter de esperar pelo Natal, falta pouco tempo e tenho que ajudar Nicolau nesta época de grande azáfama. – Disse a avozinha – Vou ligar ao Nicolau para saber quantos quilos de bolo ele precisa, embora esteja muito gordo, e saber se precisa de nós na Fábrica de Brinquedos.
- Está bem, avó! Se ele precisar de nós, diz-lhe que estamos disponíveis. – Disse Nicolau Jr..
- Estou sim?! Nicolau, liguei para saber quantos quilos de bolo vais querer para as festas de Natal do Mundo inteiro? – Perguntou a avó ao telefone.
- O Nicolau não vai querer nada! Eu quero é 50 000 euros e, em troca, devolvo-lhe o Pai natal – disse alguém do outro lado da linha, presumindo a pobre senhora ser um raptor.
- Oh, meu Deus! E agora? – Perguntou a avó desesperada. – Como ajudamos o Nicolau? O que será do Natal sem Pai Natal? O Mundo inteiro sem prendas debaixo das árvores, sem recordações nas meias penduradas à lareira, as crianças sem resposta às suas cartas, … Quando contou a Nico e a Mafalda, estes deixaram cair das mãos os biscoitos que tinham roubado na cozinha.

 bem. Vou falar com o Nicolau para ver se ele sabe da tua kika. – Disse a avó tentando alegrar Mafalda.

- E quando é que vais falar com Nicolau? – Disse Nicolau Jr.com alguma esperança.

- Acho que vou falar de imediato – Disse a avó, tentando animar Mafalda e Nicolau Jr..

- Estou sim, Nicolau?! Surgiu um problema e gostava de saber se podias ajudar-me? – Disse a avó sorrindo, ao telefone.

- Claro, minha velha amiga! Podes contar sempre comigo. Então diz lá o que precisas? – Respondeu Nicolau franzindo a testa de curiosidade do outro lado da linha.

- A Mafalda perdeu a sua ursinha, a Kika, lembras-te? Aquele peluche que lhe deram que era da tua fábrica de brinquedos. Por acaso viste a ursinha? – Perguntou a avozinha esperançada que o seu velho amigo a ajudasse.

- Peço desculpa, mas ela não está na fábrica, e também não a vi por aqui. Mas acho que podemos ir procurá-la com a ajuda do meu trenó.

- Excelente ideia! – Exclamou Nicolau Jr..

- Então vamos! Não há tempo a perder. Temos um dia inteiro pela frente. – Rematou Nicolau Jr., fazendo um sorriso a Mafalda e piscando o olho à avó.

Nicolau usou os dons do seu trenó mágico e, num estalar de dedos, estava junto dos seus amigos. Todos entraram animados para dentro do misterioso transporte, todos desejaram nunca o ter feito dez minutos depois de percorrer o céu aos zig-zags, de furar as nuvens e ver o Mundo ao contrário. Quando Nicolau se lembrou que andar de trenó pela primeira vez é uma tarefa que nem Hércules desejaria empreender, já era tarde. Já todos se contorciam agoniados no lugar traseiro do veículo. Abrandou e, finalmente, todos suspiraram de alívio.

- Estou a ficar seriamente aborrecida, o dia já caiu e a kika continua desaparecida. – Disse Mafalda a chorar, desesperada.

- Por favor, minha querida, não fiques assim. Custa-me muito ver uma amiga do meu neto triste – Disse a avó com uma lágrima a querer sair pelo canto do olho.

- Nicolau Jr., Mafalda! Vamos para casa. Amanhã continuamos a procurar, e tenho a certeza que vamos encontrar a kika – Afirmou a avó não querendo mostrar a sua incerteza.

- Sim, a vossa avó tem razão, vão descansar e amanhã continuamos as buscas. – Disse o Pai Natal Nicolau, com um sorriso que faria qualquer criança brilhar de esperança.

- Ah! Não acredito, o kiko encontrou a kika. – Disse Mafalda gritando de alegria, correndo logo a contar a Nicolau Jr..

– Nicolauuu! Acorda depressa, o kiko encontrou a kika.

- Bom dia! A sério?! Que maravilha! Óptima notícia para começar o dia. Mas onde está ele? – Perguntou Nicolau sorrindo.

- Está ali em baixo, não vês? – Perguntou Mafalda.

- Vamos ter com eles e perguntar ao kiko onde encontrou a ursinha. – Sugeriu Nicolau correndo pelas escadas fora.

- kiko, onde encontraste a kika?! – Perguntou Mafalda levantando o sobrolho.

- Mi ter encontrado kika ne parque de crianças – Disse kiko tentando falar português correcto.

- Kiko, kiko…! O teu português está cada vez pior, mas muito obrigado por tudo. – Disse Mafalda verdadeiramente grata.

 Passado um mês, o Natal estava a aproximar-se.

- Mafalda! Vamos comer os bolinhos da minha avó? – Disse Nicolau Jr..

- Sim, vamos já! Já estou com “água na boca” – Disse Mafalda lambendo os lábios.

- Meninos, que querem da cozinha!? – Perguntou a avó.

- “Queremos Bolinhos!” – disseram Mafalda e Nicolau Jr. em coro.

- Agora não! Vão ter de esperar pelo Natal, falta pouco tempo e tenho que ajudar Nicolau nesta época de grande azáfama. – Disse a avozinha – Vou ligar ao Nicolau para saber quantos quilos de bolo ele precisa, embora esteja muito gordo, e saber se precisa de nós na Fábrica de Brinquedos.

- Está bem, avó! Se ele precisar de nós, diz-lhe que estamos disponíveis. – Disse Nicolau Jr..

- Estou sim?! Nicolau, liguei para saber quantos quilos de bolo vais querer para as festas de Natal do Mundo inteiro? – Perguntou a avó ao telefone.

- O Nicolau não vai querer nada! Eu quero é 50 000 euros e, em troca, devolvo-lhe o Pai natal – disse alguém do outro lado da linha, presumindo a pobre senhora ser um raptor.

- Oh, meu Deus! E agora? – Perguntou a avó desesperada. – Como ajudamos o Nicolau? O que será do Natal sem Pai Natal? O Mundo inteiro sem prendas debaixo das árvores, sem recordações nas meias penduradas à lareira, as crianças sem resposta às suas cartas, … Quando contou a Nico e a Mafalda, estes deixaram cair das mãos os biscoitos que tinham roubado na cozinha.

publicado por Papel digital às 21:52
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